As botas Sprinter são a escolha perfeita para apicultores que buscam conforto, proteção e versatilidade em seu calçado. Originalmente projetadas como botas de trekking, sua adaptação ao ambiente apícola as torna uma ferramenta indispensável para qualquer apicultor. Essas botas combinam a resistência e o isolamento necessários para trabalhar longas horas no campo, proporcionando estabilidade e proteção em terrenos irregulares e, mais importante, proteção contra picadas de abelhas.
Contra uma abelha não é a bota que protege: é o ponto onde a bota se junta às calças.
Bota em pele engordurada de 1,8 mm com sola de borracha vulcanizada ao corte, forro de velour e palmilha extraível de EVA. Fabricada em Espanha, do 39 ao 46.
01 · PORQUÊ UMA BOTA ALTA
Uma abelha não pica através de 1,8 mm de pele engordurada: essa parte está resolvida. O problema real está mais acima, no tornozelo, onde a abelha sobe a pé e encontra o vão entre o calçado e o fato.
Por isso interessa uma bota de cano com atacadores: o elástico das calças ou do fato cai por fora e cobre o cano inteiro, sem deixar um dedo de pele nem de meia à vista. Um sapato baixo não dá onde apoiar esse elástico.
02 · A SOLA
A sola é de borracha preta Maxresist, antiderrapante e resistente ao calor por contacto, vulcanizada diretamente ao corte — não colada. É a diferença entre uma bota que se descola em duas campanhas e outra que aguenta o vaivém por terreno irregular com as mãos ocupadas.
Leva ainda uma lâmina de cortiça natural dentro da sola, que isola do chão frio no inverno e do chão quente em agosto.
03 · O INTERIOR
Forro de velour acolchoado e palmilha extraível de EVA termoconformado — extraível não é pormenor: é o que permite tirá-la e secá-la quando o dia foi húmido, em vez de pôr a bota inteira ao sol.
Os ganchos são de ferro azulado e os atacadores de alta resistência, que são as duas peças que partem primeiro numa bota de trabalho.
04 · MANUTENÇÃO
A pele engordurada repele a água enquanto estiver nutrida. Assim que fica baça e se molha com facilidade, pede uma mão de gordura ou cera para calçado; sem isso, a mesma bota que aguentava o orvalho começa a calar-se.
E o de sempre: se se molhar, seca à sombra e longe do aquecedor. O calor direto endurece a pele e descola a sola.
05 · ANTES DE COMPRAR
É uma bota de trekking adaptada ao apiário:
| ✓ ENCAIXA | Apiário em terreno irregular, época fria e jornadas longas de pé. |
| ✕ NÃO ENCAIXA | Verão em zona muito quente: é uma bota de pele e aquece. |
| ⚠ NÃO INCLUI | Polainas nem gordura de manutenção. |
| Produto | Bota de pele para apicultor Sprinter® |
|---|---|
| Corte | Pele engordurada castanha de 1,8 mm |
| Sola | Borracha preta Maxresist, vulcanizada ao corte, antiderrapante |
| Isolamento | Lâmina interior de cortiça natural |
| Forro | Velour acolchoado |
| Palmilha | EVA termoconformado, extraível |
| Fecho | Ganchos de ferro azulado e atacadores de alta resistência |
| Tamanhos | Do 39 ao 46 |
| Fabrico | Espanha |
| Referência | 4201-SPRINTER |
As botas Sprinter são a escolha perfeita para apicultores que buscam conforto, proteção e versatilidade em seu calçado. Originalmente projetadas como botas de trekking, sua adaptação ao ambiente apícola as torna uma ferramenta indispensável para qualquer apicultor. Essas botas combinam a resistência e o isolamento necessários para trabalhar longas horas no campo, proporcionando estabilidade e proteção em terrenos irregulares e, mais importante, proteção contra picadas de abelhas.
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