-
Colmeias
- Colmeias completas
- Acessórios
-
Núcleos
- Núcleos por formato
- Abelhas e fecundação
- Peças de substituição
-
Material
- Para o apiário
- Para o apicultor
-
Vestuário
- Vestuário
- Acessórios de vestuário
-
Ceras e utensilios
-
Cera de abelha pura
- Cera de abelha
- Cera moldada
- Derreter e enrolar a cera
-
Cera de abelha pura
-
Alimentação
- Alimentação preparada
- Complementos e matérias-primas
-
Controlo de pragas
- Tratamentos oficiais
- Acessórios de saúde
- Nutracéuticos
-
Meleria
- Antes da extração
- A extração de mel
-
Polén
- Colheita
- Processamento
-
Embalagem
- Frascos por utilidade
- Frascos por tamanho
- Outras embalagens
-
Mais Vendidos
Combate contra a vespa
Produtos específicos para combater a vespa asiática (Vespa velutina) e proteger suas colmeias de forma eficaz, especialmente em períodos críticos.
Proteja suas colmeias contra vespas com nossos produtos e técnicas
Como armadilhar vespas com critério
As armadilhas para vespas e vespões fazem sentido quando as usamos como mais uma ferramenta de vigilância e redução de pressão sobre o apiário, não como uma solução milagrosa. Com espécies como a Vespa velutina ou, nalgumas zonas, a Vespa orientalis, o problema não é só que capturem abelhas: também podem bloquear a atividade normal da colmeia, fazer com que as abelhas deixem de forragear e enfraquecê-la mesmo quando precisa de entrar forte no outono. Por isso, uma armadilha bem colocada pode ajudar muito; mas uma armadilha mal escolhida, mal iscada ou abandonada pode capturar demasiados insetos que não eram o alvo e dar uma falsa sensação de controlo.
O meu conselho é privilegiar sempre armadilhas seletivas, fáceis de verificar, resistentes, ventiladas e cómodas de limpar. Não colocaria armadilhas ao acaso nem as deixaria todo o ano “por precaução”. Há que adaptá-las à época, à pressão real de vespa e à zona. Na primavera, se se armadilha, fá-lo-ia com muito critério e consoante a situação local; no final do verão e no outono, quando aumenta a pressão sobre as colmeias, faz mais sentido reforçar o trampeamento à volta do apiário. Antes de comprar, olharia para o tipo de entrada, a possibilidade de fuga para insetos pequenos, a proteção contra a chuva, o sistema de pendurar, o atraente compatível e a facilidade de a esvaziar sem risco. E aqui assumo: prefiro poucas armadilhas boas, seletivas e revistas a cada poucos dias, a muitas garrafas caseiras esquecidas no campo. Se detetar um ninho, não o manipule: localize-o e avise os serviços competentes.
Combate contra a vespa
A vespa asiática (Vespa velutina) representa uma ameaça grave para os apiários, especialmente no final do verão e início do outono, devido à pressão intensa exercida sobre as abelhas. Escolher métodos adequados para controlar este predador invasor é essencial para proteger as colmeias.
Nesta categoria, oferecemos várias estratégias práticas de combate:
Redutores e excluidores de entrada: O redutor estreita a entrada e trava os vespões grandes, mas não os pequenos — e há-os no início do ciclo e no fim do outono. O excluidor de rainha colocado na entrada vai mais longe: impede a entrada e, sobretudo, evita que a colónia se feche numa bola defensiva. Isso importa mais do que parece, porque uma colmeia em bola não se move, e um tratamento de varroa por contacto não chega a tocá-la. Atenção ao reverso: com a entrada muito fechada e um tratamento por evaporação há casos documentados de asfixia. Em ambos os casos há que rever com frequência, porque os enxames não podem sair e acumulam-se zângãos e abelhas mortas.
Telas ou grades de proteção ("excluidores ou buços"): Devem ser instaladas antecipadamente, pelo menos a 25 cm das entradas, para não estressar as abelhas. Garantem boa ventilação e facilitam a retirada de zangões e abelhas mortas.
Arpas elétricas: Extremamente eficazes para reduzir a pressão imediata das vespas perto das colmeias, especialmente nos meses de maior atividade da Vespa velutina. Em apiários pequenos e bem manejados, as arpas podem reduzir bastante o impacto das vespas, permitindo que as abelhas continuem coletando néctar. No entanto, não eliminam completamente o problema e precisam de monitoramento constante.
Armadilhas seletivas com atrativos específicos: São fundamentais para capturar as rainhas fundadoras na primavera, operárias ao longo do verão e futuras rainhas no outono. Seu uso deve ser controlado, pois a captura excessiva pode prejudicar outros insetos benéficos. Recomenda-se posicioná-las apenas em zonas com alta incidência da Vespa velutina e removê-las ao final da temporada.
Ao combinar estrategicamente estes métodos, seguindo nossas recomendações práticas, conseguirás reduzir consideravelmente o impacto da Vespa velutina nas tuas colmeias, assegurando assim a sobrevivência e a produtividade do teu apiário.
A mesma armadilha serve para detetar Vespa velutina e para reduzir a pressão no apiário?
Quando é aconselhável colocar armadilhas para Vespa velutina?
Quando se armadilha, e quando há que retirar as armadilhas?
São duas campanhas distintas, com iscos distintos. De fevereiro a junho armadilham-se rainhas fundadoras; de junho a outubro, obreiras, para baixar a pressão. E o erro mais comum não é começar tarde: é não as retirar a tempo. Fora do período de voo das rainhas, a armadilha com isco recolhe-se — retirá-la é uma das três camadas que tornam o trampeamento selectivo, a par do tipo de armadilha e do sítio onde se põe. Em primaveras frias continuam a capturar-se rainhas passada a primeira quinzena de junho, por isso o calendário marca-o a tua zona, não o almanaque.
As armadilhas com isco vão perto ou longe das colmeias?
Longe, e é dos erros que mais se repetem. Um atractivo à frente das entradas dirige as vespas exactamente para onde não queres. As armadilhas com isco ficam a uns 500 m do apiário e na primavera, para rainhas; o que vai à frente da entrada é protecção física — harpa, barreira de entrada ou excluidor. Uma referência de densidade: nas Astúrias, armadilhar a cerca de oito armadilhas por quilómetro quadrado em zonas com ninhos emissores baixou os ninhos do ano seguinte quase para metade, face aos 13 % de descida do conjunto da região.
Como sei se há pressão de velutina na minha zona antes de gastar dinheiro?
Há um indicador gratuito: a hera em flor, cuja floração coincide com o pico de população da velutina. Se na hera vês abelhas, sirfídeos e borboletas, a pressão nesse vale é baixa; se só vês velutinas, é alta. E um aviso sobre as visitas ao apiário, porque geram falsos negativos: em zonas quentes a velutina baixa a actividade ao meio-dia e aperta de manhã e à tarde. Ir só ao meio-dia e não ver nenhuma não significa que não as haja — na costa, o pico é ao contrário, das 12 às 18.
Que isco uso, doce ou fermentado?
Depende de quem queres capturar, e não é o mesmo. Para rainhas, fermentado ou avinagrado: vinho, vinagre, mel velho fermentado. O alcoólico e o avinagrado é o que as atrai e é também o que torna a armadilha selectiva. Para obreiras no verão, açucarado, e quanto mais concentrado em açúcar, mais apetecível. Combina o isco com orifícios de 8 a 8,5 mm e praticamente só entra velutina. E se na tua zona a velutina ainda é escassa, melhor uma armadilha selectiva comercial com o seu próprio atractivo do que uma garrafa com água açucarada, que aí leva à frente o que não deve.
Apipasta com vitaminas 15kg
Beecomplet® Primavera 14 Kg
Fato apicultor c/ máscara redonda
Ácido oxálico 99% 1kg
Cera moldada 5kg
Geleia Real Fresca 20g
Frasco de mel 1kg de células TO77 - Pack de 16 unidades
Promotor L Apis 1 litro