4 tiras COLÓNIA NORMAL · 1 SAQUETA | 2 tiras NÚCLEOS E ENXAMES |
6 semanas MÁXIMO NA COLMEIA | 24 h EM MODO DIAGNÓSTICO |
Tiras de flumetrina da Elanco, registadas para duas coisas distintas: diagnosticar a varroa e tratá-la.
É o único do catálogo cuja indicação inclui odiagnóstico: as mesmas tiras que tratam durante seis semanas servem, postas 24 horas, para medir a carga de ácaros de uma colmeia. A saqueta traz4 tiras, o tratamento de uma colmeia de desenvolvimento normal.
01 · DIAGNÓSTICO EM 24 HORAS
O protocolo da ficha é simples:cobre-se o fundo com uma folha de papel limpa, introduzem-se as tiras e24 horas depois contam-se as varroas caídas. Põe número ao que até aí é uma suspeita, e é o passo que a própria ficha pede de forma continuada — vigiar a carga de ácaros ao longo do ano, com bandeja adesiva para a queda natural ou contando ácarospor cada 100 abelhas.
02 · QUANTAS TIRAS E ONDE
Aqui não há número único. Umacolónia de desenvolvimento normal leva 4 tiras ; emnúcleos, colónias novas e enxames recém-capturados, metade: 2 ; e em colónias grandes com várias zonas de criação,4 por zona, repartidas pelos corredores centrais de cada uma. Penduram-se na zona central do ninho de criação, entre os quadros, de modo que as abelhas pousem nas duas faces: dobram-se as linguetas pelas linhas marcadas e penduram-se do listão superior. Um truque da própria ficha para colónias grandes —unir duas tiras pela extremidade inferior permite metê-las e tirá-las sem separar os quadros de criação.
03 · ROTAÇÃO
A flumetrina é umpiretróide, e a sua ficha di-lo sem rodeios: como flumetrina e tau-fluvalinato são da mesma classe química,não servem para rodar entre si. Quem alterna Bayvarol e Apistan julga estar a rodar e leva anos a repetir família. A rotação útil é comclasses distintas, dentro de um programa integrado com vigilância sistemática. Se houverresistência conhecida a piretróides, não se aplica. E um matiz que dá margem: se foi observada há anos, a ficha aconselha reanalisar, porquea sensibilidade pode reverter com o tempo.
04 · MEL, PÓLEN E CERA
No mel, a espera é dezero dias. Mas o mesmo ponto acrescenta algo muito mais restritivo que quase nunca se publica:os restantes produtos da colmeia —pólen, cera, própolis— não devem destinar-se a consumo humano até à primavera seguinte ao tratamento. Se colhes pólen ou vendes cera, esse prazo manda no teu calendário. A melhor eficácia obtém-seno final do verão, após a colheita, e o ideal é não o usar em pleno fluxo de mel; ainda assim, a ficha permite-oem qualquer altura do ano para diagnóstico ou perante uma infestação grave. As tiras permanecemum máximo de seis semanas.
⚠ PRECAUÇÕES
Não abras as saquetasaté ao momento de as usar, e evita que as tiras entrem em contacto com mel destinado a consumo humano. Lava as mãos depois de as manipular, antes de comer e ao terminar o trabalho; não comas, bebas nem fumes enquanto as manejas. Tratatodas as colónias do apiário ao mesmo tempo. As tiras usadas não se deitam em cursos de água: a flumetrina é perigosa para os peixes.
05 · DISPENSA E FORMATO
O Bayvarol é ummedicamento sujeito a receita veterinária e é administrado sob controlo ou supervisão do veterinário. Por essa condiçãonão pode ser dispensado por venda à distância: esta página é informativa e não trata nenhuma compra. A saqueta de alumínio contém4 tiras, o tratamento de uma colmeia de desenvolvimento normal. O titular da autorização é a Elanco Animal Health.
| ✓ ENCAIXA | Colónias normais, núcleos e enxames, cada um com a sua dose. Também para diagnosticar a carga de varroa. |
| ✕ NÃO ENCAIXA | Colónias com resistência conhecida a piretróides, e como substituto do Apistan: são da mesma classe química. A flumetrina é um piretróide de síntese, não admitido em produção biológica. |
| ⚠ ATENÇÃO | Se colhespólen, cera ou própolis, não os poderás destinar a consumo humanoaté à primavera seguinte. E depois de aberta a saqueta, as tiras duram 6 semanas. |
| Denominação | Bayvarol 3,6 mg tiras para colmeias |
|---|---|
| N.º de registo | 1713 ESP · Elanco Animal Health GmbH |
| Princípio activo | Flumetrina, 3,6 mg por tira · piretróide sintético tipo II · ATCvet QP53AC05 |
| Indicação | Diagnóstico e controlo de varroose (Varroa destructor) |
| Dose | 4 tiras em colónia normal · 2 em núcleos, colónias novas e enxames · 4 por zona de criação em colónias grandes |
| Duração | Tratamento: máximo 6 semanas · diagnóstico: 24 horas |
| Rotação | Não rodar com tau-fluvalinato: mesma classe química · não aplicar com resistência conhecida a piretróides |
| Tempo de espera | Mel: zero dias. Os restantes produtos da colmeia, não aptos para consumo humano até à primavera seguinte ao tratamento |
| Formato e validade | Saqueta de alumínio com 4 tiras (1 colmeia) · 5 anos · 6 semanas depois de aberta · abaixo de 25 °C |
| Dispensa | Medicamento sujeito a receita veterinária, administrado sob controlo ou supervisão do veterinário |
Ficha informativa
Um máximo de seis semanas, e depois retiram-se. É o limite que a ficha técnica fixa para o tratamento.
O uso em modo diagnóstico é diferente: aí as tiras entram apenas 24 horas. Antes cobre-se o fundo da colmeia com uma folha de papel limpa e, passado esse dia, contam-se as varroas caídas para estimar a carga de ácaros da colónia.
No mel o tempo de espera é de zero dias. Mas a ficha técnica acrescenta, nesse mesmo ponto, uma restrição bem mais longa e que quase nunca se publica: os restantes produtos da colmeia —pólen, cera e própolis— não devem destinar-se a consumo humano até à primavera seguinte ao tratamento.
Convém também evitar que as tiras entrem em contacto com mel destinado a consumo humano. Se colhes pólen ou vendes cera, é esse prazo que manda no teu calendário, mais do que o do mel.
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