Mel de floresta crua 900 g
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Mel espanhol cru com predominância de melatos de azinheira e carvalho (Quercus sp.), produzido nos maciços montanhosos do interior peninsular. Cor âmbar escuro, aroma maltado a cereal torrado, sabor doce com notas salgadas — muito menos enjoativo que um monofloral de néctar. Cristalização muito lenta: fica líquido durante meses. Frasco de vidro 900 g.

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Detalhes de Mel de floresta crua 900 g

Mel espanhol com predominância de melatos de azinheira e carvalho (Quercus sp.) — âmbar escuro, cristalização inexistente ou muito lenta, e esse carácter maltado a cereal torrado com notas salgadas que a distingue de qualquer mel de néctar.

O mel de floresta é a grande desconhecida do universo dos méis espanhóis. As abelhas não a fazem a partir do néctar de uma flor: recolhem outro líquido açucarado, o melato, segregado por afídeos e psilídeos que sugam a seiva de azinheiras, carvalhos e outras árvores da floresta mediterrânica. Por isso a sua cor escura, o seu sabor muito menos doce que um mel floral, e por isso muitos apicultores a consideram o mel mais interessante do ponto de vista gustativo.

Origem botânica — melatos da floresta mediterrânica

A fonte principal é o melato de azinheira, carvalho e sobreiro (Quercus sp.), acompanhado por contributos nectaríferos de fabáceas (leguminosas silvestres), cistáceas (estevas), urzes, silvas e alguma labiada do sub-bosque. O espectro polínico varia por zonas: nas áreas húmidas aparecem os HDE — algas e fungos típicos do melato que denunciam a origem secretora —, nas zonas secas esses marcadores desaparecem. Produzido em toda a península ibérica excepto a faixa costeira, fundamentalmente nos maciços montanhosos do interior. Colheita no final do Verão.

Perfil sensorial — nada a ver com um mel floral

Aspecto. Âmbar a âmbar escuro, tons avermelhados intensos contra a luz. Mínimo 90 mm Pfund.
Aroma. Floral mas com componente claramente maltado, a cereal torrado, intenso e medianamente persistente. Abre quase a mosto envelhecido.
Sabor. Doce com notas salgadas nítidas — muito menos enjoativo que um monofloral de néctar. Na via retronasal, a intensidade e persistência do maltado aumentam de forma perceptível, fica um fundo longo em boca.
Tacto. Cristalização inexistente ou muito lenta — os melatos têm razão glicose/frutose baixa, portanto o mel mantém-se líquido (ou ligeiramente denso) durante meses.

Cru — sem pasteurizar nem filtrar a pressão

Mel cru: sem pasteurização (sem aquecimento acima dos 40 °C), sem filtração fina que retire pólen e micro-componentes. O HMF — indicador de maltrato térmico ou idade — mantém-se abaixo de 40 mg/kg (limite legal), e a actividade de diastase (a enzima que denuncia trabalho a quente) acima de 8 Unidades Schade. Por outras palavras: o mel que chega ao frasco conserva as suas enzimas, pólen e aromas vivos, como no dia em que saiu do favo.

Harmonizações — onde um mel floral fica curto

Precisamente por essas notas salgadas e pelo fundo maltado, o mel de floresta funciona em harmonizações onde qualquer mel floral fica demasiado doce: queijos curados e azuis (Roquefort, Cabrales, queijo da Serra envelhecido), queijos de cabra frescos ou semi-curados, foie, carnes assadas glaceadas, marinadas com mostarda e quaisquer preparações agridoces. Também brilha sozinho em tostas com manteiga, iogurte grego ou infusões intensas — chá preto, rooibos. Para quem pensava que "não gosta de mel" por o achar enjoativo, é normalmente este que lhe muda a opinião.

Composição analítica — os parâmetros que definem um mel de floresta legítimo

A regulamentação europeia (Directiva 110/2001/CE, transposta em Espanha como RD 1049/2003) fixa parâmetros claros para distinguir um mel de melato de um mel de néctar. Estes são os desta colheita:

Parâmetro Valor
Cor (mm Pfund) mín. 90
Humidade (%) máx. 18
Frutose + Glicose (%) mín. 45
Sacarose (%) máx. 5
Condutividade eléctrica (mS/cm) 0,70 – 0,90
Acidez livre (meq/kg) máx. 50
HMF (mg/kg) máx. 40
Actividade de diastase (U. Schade) mín. 8
Pólen de culturas ausência ou testemunhal

Ficha técnica

Tipo Mel de floresta · mistura floral com melatos de carvalho
Origem botânica Quercus sp. + fabáceas, cistáceas, urzes, silvas
Origem geográfica Espanha · maciços montanhosos do interior
Colheita Final de Verão
Cor Âmbar a âmbar escuro (≥ 90 mm Pfund)
Textura Líquida · cristalização inexistente ou muito lenta
Perfil Maltado a cereal torrado · doce com notas salgadas
Formato Frasco de vidro 900 g · sem pasteurizar
Regulamentação Directiva 110/2001/CE · RD 1049/2003
Conservação Local fresco e seco · frasco fechado · sem frigorífico
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